Poema:
Nasci nu, diz Deus,
para que saibas despojar-te de ti mesmo.
Nasci pobre,
para que possas socorrer quem é pobre.
Nasci frágil, diz Deus,
para que nunca tenhas medo de Mim.
Nasci por amor
para que não duvides nunca do meu amor.
Nasci pessoa, diz Deus,
para que nunca tenhas vergonha de ser tu mesmo.
Nasci perseguido,
para que saibas aceitar as dificuldades.
Nasci na simplicidade,
para que deixes de ser complicado.
Nasci na tua vida, diz Deus,
para te levar, a ti e a todos,
para a casa do Pai.
Lambert Noben
Que haja Natal nos vossos corações, queridos leitores, que Jesus nasça verdadeiramente na vossa vida.
Continuação de um bom dia,
Anita.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Natal
Neste tempo de Natal, há pessoas que questionam se haverá mesmo um Deus, se terá nascido um Deus menino (afinal, é por ele que festejamos o Natal!). Mas também há quem ponha em causa a existência do Pai Natal. Ouvir um adulto a dizê-lo é vulgar, mas é triste quando ouvimos uma criança de 7 anos a dizer que o Pai Natal não existe. É como dizer que o Amor, a Amizade, a Partilha, a Solidariedade (e todos os outros grandes valores) não existem.
Desafio-os a fecharem os olhos, a libertarem e a ouvirem a criança que há em vós dizer-vos esta grande verdade: O Pai Natal existe! Ficaram chocados, meus queridos leitores? Pensam que perdi o juízo de vez? Não... ainda não foi desta pelo menos.
Há muito, muito tempo, uma criança questionou-se sobre isto mesmo. E houve um adulto que lhe não cortou as asas da imaginação, mas fê-la voar para longe... oh! muito longe. Porque a imaginação é como uma andorinha, voa e voa, sem se preocupar com as fronteiras, é livre!
Vamos ouvi-la de novo, para que o consumismo e o "corre-corre" do dia-a-dia não nos faça esquecer que o Natal é abrir o nosso coração e os nossos olhos, abri-lo para Jesus e para tudo o que ele representa: o Amor, a Paz, a Tolerância, a Compreensão, a Paciência, .... E é ver todas as pequenas coisas, e é ver o outro como um outro Eu, e é ajudar quem precisa, e é deixar permanecer em nós esse bocadinho que nos faz ser crianças: esse acreditar em coisas impossíveis, esse ter esperança no amanhã (e no hoje já, porque não?), é esse sonhar acordado e construir outro mundo, um mundo bem melhor.
Desafio-os a fecharem os olhos, a libertarem e a ouvirem a criança que há em vós dizer-vos esta grande verdade: O Pai Natal existe! Ficaram chocados, meus queridos leitores? Pensam que perdi o juízo de vez? Não... ainda não foi desta pelo menos.
Há muito, muito tempo, uma criança questionou-se sobre isto mesmo. E houve um adulto que lhe não cortou as asas da imaginação, mas fê-la voar para longe... oh! muito longe. Porque a imaginação é como uma andorinha, voa e voa, sem se preocupar com as fronteiras, é livre!
Vamos ouvi-la de novo, para que o consumismo e o "corre-corre" do dia-a-dia não nos faça esquecer que o Natal é abrir o nosso coração e os nossos olhos, abri-lo para Jesus e para tudo o que ele representa: o Amor, a Paz, a Tolerância, a Compreensão, a Paciência, .... E é ver todas as pequenas coisas, e é ver o outro como um outro Eu, e é ajudar quem precisa, e é deixar permanecer em nós esse bocadinho que nos faz ser crianças: esse acreditar em coisas impossíveis, esse ter esperança no amanhã (e no hoje já, porque não?), é esse sonhar acordado e construir outro mundo, um mundo bem melhor.
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